O que eu gostei: Eu curti bastante os gráficos novos e a iluminação — o jogo ficou muito mais bonito e realista, principalmente nas fumaças e nos mapas clássicos. A sensação das armas também está bem fluida, o som está mais limpo e dá mais impacto nas trocas de tiro. Gostei também da nova interface, que está bem mais organizada e moderna. O que eu não gostei: Por outro lado, senti que o desempenho ainda não está 100%. Às vezes o FPS cai do nada, e a movimentação parece um pouco diferente do CS:GO, o que estranha no começo. O sistema competitivo também poderia ser mais justo e transparente, e tem alguns modos e recursos antigos que ainda fazem falta.
“Senhor... o que quer que eu faça? Não posso ouvir o Senhor...” Há silêncio. Só o som distante da guerra. E então, um grito de soldado ferido rompe o ar. Doss entende. É a resposta. “Tudo bem, Senhor. Vou buscar ele.” Enquanto o inferno explode ao redor, ele ora baixinho a cada novo corpo que encontra: “Senhor, ajuda-me a salvar mais um.” “Só mais um, Senhor.” (“Lord, please help me get one more.”) Ele repete isso como um mantra, entre o choro e o esforço físico. Cada vez que termina de descer um homem, ele volta para o campo, mesmo sabendo que pode morrer a qualquer segundo. Doss rasteja, se arrasta, carrega homens maiores que ele nas costas. Em certo momento, ele é atingido por estilhaços, mas continua. Seu corpo fraqueja, mas sua oração se mantém firme: “Só mais um, Senhor.” Quando o dia amanhece, os soldados que estavam lá embaixo percebem os feridos sendo baixados, um por um, pela corda. Ninguém entende como alguém está fazendo aquilo sozinho. Quando finalmente encontram Doss, ele está exausto, desmaiando de cansaço, mas com o semblante sereno. Tinha salvo 75 homens naquela noite. O capitão Glover, que antes zombava da fé dele, o encara em silêncio, e diz: “Eu não entendo como você fez isso, Doss.” E Doss responde com simplicidade e humildade: “Eu só rezei pra Deus me ajudar a salvar mais um.”